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Quarta, 15 Setembro 2010 16:09

in Boletim Informativo da Junta de Freguesia do Coração de Jesus, Lisboa 2009 abril
MEDICINAS NÃO CONVENCIONAIS - RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA MARCANTE

ANA DIAS

Passa-se a relatar uma experiência no âmbito das medicinas não convencionais, neste caso concreto acupunctura, naturopatia e fitoterapia, três das medicinas não convencionais legalizadas pelo Parlamento Português em 2003.

Em Setembro de 2009, um esforço maior provocou no meu braço uma dor localizada, fina mas de tal maneira violenta que me impossibilitava de o movimentar. Foi então que tomei conhecimento deste tipo de terapêutica.

 Cresci e resido no centro de Lisboa, num dos bairros tradicionais que tendem a desaparecer, detentores do tradicional e maravilhoso comércio onde vamos e ainda somos tratados pelos nomes, como nos mais elegantes bairros das mais elegantes e antigas cidades do mundo. Num desses locais foi-me dito que na nossa Junta de Freguesia havia, em horário regular (segundas e sextas às 9 e meia), gratuitamente para os habitantes desta Freguesia, consultas e tratamentos que poderiam ajudar-me.

Apesar de apreensiva, uma vez que pertenço a uma geração que foi habituada a acreditar exclusivamente na funcionalidade e na pertinência da medicina convencional, decidi envolver-me nesta nova experiência terapêutica.

Dirigi-me à Junta de Freguesia do Coração de Jesus para que me informassem da possibilidade de acesso a estas terapias, tendo então o primeiro contacto com o naturopata, acupunctor e professor de alimentação, Dr. Carlos Campos Ventura, que me diagnosticou uma tendinite, como qualquer médico convencional faria. Todavia, neste caso, a terapêutica prescrita e executada para aquele diagnóstico, em vez de ser o normal anti-inflamatório com os respectivos efeitos secundários inerentes ao medicamento, foi somente uma série de tratamentos de acupunctura e a aplicação de uma pomada, além de conselhos de mudanças alimentares e de hábitos de vida.

Entrei assim neste universo e ao fim do segundo tratamento senti profundas melhoras. Ao concluir as dez sessões, estava completamente recuperada. É preciso acrescentar que neste programa reencontrei um ambiente onde os utentes são tratados da forma familiar e amiga, própria da minha Lisboa tradicional e do respeito pelo ser humano. As sessões são portanto, além de tudo, ocasião de convívio que contribui para o sucesso da terapia. Constatei que este programa trata de problemas já identificados, mas paralelamente exerce uma importantíssima acção de prevenção e acompanhamento.

Seria pertinente e urgente que as instituições públicas assumissem plenamente a importância deste tipo de medicinas, apoiando-as de todas as maneiras, a exemplo do que faz a nossa Junta de freguesia, por serem menos dispendiosas e serem não só terapêuticas como também preventivas.
 

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