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Escrito por Carlos Ventura   
Quarta, 23 Janeiro 2013 16:29

 in Vida Sã, Boletim da Sociedade Portuguesa de Naturalogia, 2013 fev                           EDITORIAL

Bom 2013!

Um novo ano começa. O que nos trará 2013? Saberemos dentro de doze meses, mas entretanto, adiantemos dois factos que de alguma forma vão marcá-lo.

2013 começou com a votação no Parlamento da proposta de Lei que o governo aprovara em 22 de novembro e que fica muito aquém do que era esperado, já que a Lei aprovada por unanimidade em 2003 é consensualmente considerada a melhor lei das medicinas não convencionais da Europa. Nessa altura, Portugal avançou para a linha da frente (o que deveria acontecer com muito mais frequência), mas os lóbis do costume foram pondo todos os entraves, conseguindo que ao longo de quase uma década um texto de lei exemplar fosse impedido de ser aplicado. Assim, estamos perante um outro texto, que pode pôr em perigo o direito dos cidadãos à livre escolha da terapêutica e do terapeuta e do direito ao exercício profissional de milhares de acupunctores, fitoterapeutas, homeopatas, naturopatas, osteopatas e quiropráticos. Pairam ameaças sobre estas legítimas opções da sociedade, e dentro de poucos meses saberemos o caminho que o Parlamento terá decidido. A SPN, cumprindo a sua vocação de “território sagrada” e de paz, albergou em dezembro dois plenários que reuniram dezenas de associações e escolas de Medicinas Não Convencionais e durante os quais foi possível troca de informações entre todas e o debate de estratégias comuns.

A SPN tem uma nova Direcção, na medida em que houve eleições. A maioria dos elementos mantem-se, confirmando os bons resultados destes dois anos de trabalho de equipa, que culminaram com as marcantes comemorações do primeiro século de vida da SPN. A par destes elementos experientes, temos também sangue novo na Direcção, que sem dúvida trará novas ideias que caldeadas com a capacidade já testada dos directores que continuam, assegura trabalho sério e honesto baseado nos ideais de saúde natural para todos, na acção alicerçada no bom senso, na postura norteada pela paz, na consciência do nosso papel de referência no panorama e na História da Saúde Natural do nosso país. Todas as condições estão portanto reunidas para que o bom trabalho seja assegurado. Dentro de um ano faremos o balanço e saberemos se continuámos a cumprir a nossa missão com a dignidade que a SPN merece.

Carlos Campos Ventura

-Presidente da Direcção-

 

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