Eventos

Entrada Artigos Alimentação Alimentação Moderna
Alimentação Moderna PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Avaliação: / 9
FracoBom 
Escrito por Carlos Ventura   
Terça, 13 Maio 2008 15:48

in revista Natural Beija Flor

2004 setembro

Menos

Má comida nas cantinas escolares

Nos programas escolares são estudadas normas alimentares. Ao contrário do que antes acontecia, actualmente neles são sublinhadas as vantagens dos legumes, nomeadamente das crucíferas, das leguminosas como alternativa positiva às proteínas de origem animal e até a importância da água. Porém, fora das salas de aula e da teoria dos livros, o que alunos, professores e funcionários encontram nos bares e cantinas é o contrário do que os programam oficiais afirmam: fritos, hamburgueres, refrigerantes e colas, chocolates, gorduras saturadas e açúcar... e poucos legumes e completa ausência de cereais integrais ou semi-integrais. Esta situação existente a nível nacional é um caso típico de educação negativa, por absoluta contradição entre o que as instituições de ensino apregoam e o que, na realidade, praticam.

Consumo de alimentos animais continua excessivo

Apesar dos sobressaltos provocados por problemas como os das vacas loucas, das hormonas de crescimento, etc, o consumo de carne e de proteína animal mantem-se exageradíssimo. E também apesar dos graves prejuízos para a saúde, para a economia e para o ambiente, a criação intensiva continua a ser fortemente subsidiada, quer dizer, todos nós - consumidores ou não - contribuimos para os lucros dos produtos e sub-produtos da produção animal. Na verdade, no nosso país, cada vaca recebe um subsídio superior ao PIB per capita de um terço da humanidade. Ou seja, enquanto milhões morrem de fome nós subsidiamos para que muitos de nós morram de excesso! Além, é claro, de também pagarmos o seviço nacional de saúde e a segurança social que tem que tratar e reformar os que caem doentes por esses mesmos excessos alimentares. Se aqueles subsídios fossem canalizados para educação alimentar coerente e promoção de alimentos e proteínas vegetais, a saúde pública subiria em flecha, o défice crónico do sistema de saúde ficaria sanado e muito sofrimento seria evitado.

 

 

Subscreva Newsletter

Medicinas Não Convencionais


Receber em HTML?