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Medicinas Não Convencionais - Corpo Teórico
Escrito por Carlos Ventura   
Segunda, 09 Junho 2008 12:50

in revista Natural BeijaFlor
2005 maio
ou

 

Menos

 

          F. teve em meados de Abril uma crise que o levou às urgências do hospital Curry Cabral, em Lisboa. Foi tratado com atenção e competência, tendo ultrapassado o período de sofrimento. Passou então para as consultas externas onde o médico lhe prescreveu análises. Marcou e pagou as análises e voltou para marcar a consulta para que o médico interpretasse os exames. E foi então que lhe anunciaram - com toda a naturalidade - que as marcações estavam todas a ser feitas para... 2006!!! Para sublinhar o absurdo da situação, convém não esquecer que após todos esses meses, aqueles indicadores já não interessariam, pois já não corresponderiam ao estado do indivíduo, que portanto continuaria a ser uma incógnita. Se isto fosse uma anedota, o médico em 2006 teria que pedir novas análises que também iriam para o lixo, já que só as veria (e ao doente) lá para 2007... Eis portanto a situação: nas urgências as coisas correm com normalidade e competência, mas no dia-a-dia tudo se desarticula e perde a coerência e os objectivos... Parece o mundo ao contrário... ou talvez não. É possível que seja só o nosso espírito de só resolvermos as coisas quando há crise. Por esta lógica, não conseguindo tratar-se nem sequer mostrar análise actualizadas ao médico, F. acabará por ir parar, mais ano menos ano, de novo às urgências. E lá, pelo que se viu, será tratado com atenção e competência... entretanto, é também possível que F. recorra às Medicinas Não Convencionais para tentar resolver o problema, já que o correcto é tratar-se para não cair em crise e situações de urgência. Esperemos que se dê bem.

 

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